Quem és, vulto que passas fugidio?
Tu que não pertences ao mundo que se toca
E me conduzes em segredo?
O que me segredas enquanto durmo?
Quando se calam as vozes da razão
e emerge aquele que desconheço de mim...
Que língua é a tua,
que dispensa o som
e ecoa vibrante no ar?
E és o vazio... o essencial... o centro!
Emerge em mim,
e deixa que me funda contigo...
E aí.... Encontrarei a paz!
