quinta-feira, 22 de agosto de 2013
sábado, 22 de junho de 2013
Imortalidade...
Escrevo... E não sei para quem
A Ti ofereço estas palavras...
Para quê?
Desabafos da alma, que deixa de encontrar sentido na razão...
Das lágrimas se pintam as letras
E do tom chorado da voz, emergem versos...
Para quê?
Quem os cantará?
Desejo secretamente que um dia
meus filhos e meus netos descubram toda a minha obra
E assim me conheçam aqueles
a quem nunca me desvendarei na totalidade...
Sendo parte de mim!
Aqui, dispo-me de filtros e vagueio
Perco-me em ideias difusas
Que talvez nunca sejam para eles
O que verdadeiramente escrevi.
Nesse momento, morta ou ausente
Ganharei vida e corpo
Ganharei forma e dar-se-à forma ás ideias
Reestruturarão a minha imagem
à imagem deles!...
Não serei eu... Verdade!
Mas múltiplas de mim mesma...
Não se erguerão certezas
Mas erguer-me-ei eu,
dispersa em personalidades diversas
Fantasia de quem julgar compreender-me...
Não serei uma! Mas muitas!
Ominpresente em cada um dos que me lê
e renascerei uma e outra vez...
Nunca me conhecerão na totalidade
Ao invés inventarão histórias que encaixem na tralha que lhes deixo
E ao juntar cada parte que deixo por desvendar
Permanecerei...
Ensinando-lhes que a vida nada mais é
Que o pulsar de tudo aquilo que Nunca poderá ser deixado em palavras!
Escrevo... E não sei para quem
A Ti ofereço estas palavras...
Para quê?
Desabafos da alma, que deixa de encontrar sentido na razão...
Das lágrimas se pintam as letras
E do tom chorado da voz, emergem versos...
Para quê?
Quem os cantará?
Desejo secretamente que um dia
meus filhos e meus netos descubram toda a minha obra
E assim me conheçam aqueles
a quem nunca me desvendarei na totalidade...
Sendo parte de mim!
Aqui, dispo-me de filtros e vagueio
Perco-me em ideias difusas
Que talvez nunca sejam para eles
O que verdadeiramente escrevi.
Nesse momento, morta ou ausente
Ganharei vida e corpoGanharei forma e dar-se-à forma ás ideias
Reestruturarão a minha imagem
à imagem deles!...
Não serei eu... Verdade!
Mas múltiplas de mim mesma...
Não se erguerão certezas
Mas erguer-me-ei eu,
dispersa em personalidades diversas
Fantasia de quem julgar compreender-me...
Não serei uma! Mas muitas!
Ominpresente em cada um dos que me lê
e renascerei uma e outra vez...
Nunca me conhecerão na totalidade
Ao invés inventarão histórias que encaixem na tralha que lhes deixo
E ao juntar cada parte que deixo por desvendar
Permanecerei...
Ensinando-lhes que a vida nada mais é
Que o pulsar de tudo aquilo que Nunca poderá ser deixado em palavras!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Inacabado...Pálpebras cerradas
Não podem conter as esferas
que emergem sem autorização
e rolam, molhando a face.
Reconstruo uma vez mais
cada momento
apenas para o sentir novamente
Percorro o album de fotos
que nunca te tirei
E as imagens sucedem-se....
Retratos de um sonho
Imagens projectadas de um futuro efémero... fugidiu...
Entre o Aqui e o Agora
São vozes... E gente que se arrasta
Entre tantos outros...

A colegial que sorri ao dono do quiosque
O taxi... O homem do autocarro...
E ele entra... Recebido com um sorriso...
São arrumadores...
E lojistas... O dono do café...
Turistas... A florista...
O mendigo que com um sorriso,
te ameaça a vida...
Gente que passa
absorta em si mesmo...
Absurda... Surda...
O corropio... Hora de ponta no centro da cidade
Retrato de ti mesmo em cada olhar
Distante... Apressado... Absorto... Absurdo...
Gente que se embrenha nos seus próprios problemas...
Vasto universo de mundos paralelos
Que se entrecruzam por meio de estradas...
Como esta que aqui pinto...
Eu... Nós... Eles...
O Espaço e o Tempo...
Vidas dispersas...
Caminhos vãos... Aonde vão?
Unem-se num momento,
sem saber que se tocam
Por tangentes invisiveis...
Sem sequer pensar...
Num tempo sem nome ou duração
Num espaço sem lugar ou morada!...
No Aqui. No Agora.
No vazio de uma folha de papel que era branca... embora já usada!
Vidas que se escrevem... que se pintam... que se imortalizam...
Vidas de gente que passa...
E que Fica! Aqui... Agora...
São vozes... E gente que se arrasta
Entre tantos outros...

A colegial que sorri ao dono do quiosque
O taxi... O homem do autocarro...
E ele entra... Recebido com um sorriso...
São arrumadores...
E lojistas... O dono do café...
Turistas... A florista...
O mendigo que com um sorriso,
te ameaça a vida...
Gente que passa
absorta em si mesmo...
Absurda... Surda...
O corropio... Hora de ponta no centro da cidade
Retrato de ti mesmo em cada olhar
Distante... Apressado... Absorto... Absurdo...
Gente que se embrenha nos seus próprios problemas...
Vasto universo de mundos paralelos
Que se entrecruzam por meio de estradas...
Como esta que aqui pinto...
Eu... Nós... Eles...
O Espaço e o Tempo...
Vidas dispersas...
Caminhos vãos... Aonde vão?
Unem-se num momento,
sem saber que se tocam
Por tangentes invisiveis...
Sem sequer pensar...
Num tempo sem nome ou duração
Num espaço sem lugar ou morada!...
No Aqui. No Agora.
No vazio de uma folha de papel que era branca... embora já usada!
Vidas que se escrevem... que se pintam... que se imortalizam...
Vidas de gente que passa...
E que Fica! Aqui... Agora...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Insanidade
Insanidade
Ruptura desolada da realidade que doi
Lágrima que queima
Em risos que ardem na face

Loucura momentânea;
Ou queda no real?
O que é isto que vês?
Gira-discos...
Labirinto traçado por quem? como? porquê?
Vozes que gritam aos ouvidos
E segredam no vazio...
Múrmurios no vento
quedam-se na ondulação...
no horizonte...
E perde-se nela!
Insanidade..
Grito desesperado de uma alma rasgada
Morte do ser que pensa
Esmagado pela imagem de um novo dia!
Aurora insã...
E daí?
Eis que se torna a claraboia de um cego
Cujos olhos queimados pelo Sol
se cerram propositadamente!
Para se reverem na neblina... do outro lado
E surge nela o desejo de se perder de vista...
Sedução do não ser.... vago... fugidiu...
Trancado o espírito trespassam-se as armas
Soam as correntes da balança
E a Justiça cai!
De volta... o Louco
Eterno dançante entre o solo e o abismo
Cego...
Abandonado nele mesmo...
Mas contente!
Ohhh... Insanidade!....
Insanidade
Ruptura desolada da realidade que doi
Lágrima que queima
Em risos que ardem na face

Loucura momentânea;
Ou queda no real?
O que é isto que vês?
Gira-discos...
Labirinto traçado por quem? como? porquê?
Vozes que gritam aos ouvidos
E segredam no vazio...
Múrmurios no vento
quedam-se na ondulação...
no horizonte...
E perde-se nela!
Insanidade..
Grito desesperado de uma alma rasgada
Morte do ser que pensa
Esmagado pela imagem de um novo dia!
Aurora insã...
E daí?
Eis que se torna a claraboia de um cego
Cujos olhos queimados pelo Sol
se cerram propositadamente!
Para se reverem na neblina... do outro lado
E surge nela o desejo de se perder de vista...
Sedução do não ser.... vago... fugidiu...
Trancado o espírito trespassam-se as armas
Soam as correntes da balança
E a Justiça cai!
De volta... o Louco
Eterno dançante entre o solo e o abismo
Cego...
Abandonado nele mesmo...
Mas contente!
Ohhh... Insanidade!....
E o que mais é, senão Amor?
Esta grandiosidade silenciosa
que me consome e corroi
Esta ansia de olhar os seus olhos
E sentir o seu olhar no meu
Tao grande que doi... que intimida
Esta grandiosidade silenciosa
que me consome e corroi
Esta ansia de olhar os seus olhos
E sentir o seu olhar no meu
Tao grande que doi... que intimida
E o que mais é, senão Amor?
Quando o teu nome por si só
Faz calar até o bater do coração
e estremecer meus passos
Quando o teu nome por si só
Faz calar até o bater do coração
e estremecer meus passos
Que mais é, Amor?
Quando não te olho, para te esconder que te amo
e meus olhos se agarram aos teus, num gesto involuntário
mas Emergente!
e meus olhos se agarram aos teus, num gesto involuntário
mas Emergente!
Que mais é, Amor?
Se te perco uma e outra vez,
apenas para te reencontrar novamente!
Se te perco uma e outra vez,
apenas para te reencontrar novamente!
terça-feira, 4 de junho de 2013

A verdade espelhada num raio de sol,
Num gesto simples...
E o Diabo está nos Pormenores!...
Neles residem os demónios que nos perturbam
e trazem as trevas, o ódio e a raiva às ideias
Neles reside a dúvida, a desconfiança...
Neles, na mais simples gota de orvalho
O sábio contempla a vida
Neles a Esperança de um primeiro Amor
Um olhar, um suspiro, um aceno... um gesto!
(Desas)Sossego
Sossego...
Centrada em mim
mergulho em paz, na escuridão do ser...
Absoluto breu, porque os olhos nao são nada
Aqui, importa apenas o silêncio
E as vozes que ele me trás
Aqui, o som vibra
e fala uma língua inexistente
A língua dos sentidos...
Metafísica da comunhão comigo mesma
Agora... Não preciso de ninguém
Subitamente, necessito de estar comigo
Tenho saudades de mim mesma, no barulho das luzes
E nelas, o desafio é não me perder
Observo a vida de cima
Enquanto me inscrevo em mim
Ao invés de me esconder
Abro-me e sou una com o mundo
Com os mundos...
Será que tudo faz parte do grande tabuleiro?
Eu e os outros... peões!... ligados por um tempo qualquer
Percorrendo a mesma viagem
Em disfarçada comunhão...
E tu estranho?
Que vens fazer em mim?
Porque passas pelo meu mundo?
Em que épocas nos cruzámos e quem és para mim?
E eu... Porque te percorro e me enlaço no teu laço?
E páro, pra sentir!... Opto... Vejo... de cima!
Mergulhando no breu de mim mesma,
e disperto como nunca antes!..
Vivo esta vida de mortal... Com olhos de águia
e de Alma em punho!
Sentindo sem olhar...
Mas sofrendo o desengano
de humano coração
Sou una em mim
Aceito o que a vida me trás
Nua... E esbato-me no grande plano
Sou apenas o vazio...
Que liga estrelas e galáxias
E a relva em que nos deitávamos
olhando com os olhos,
o breu, vazio... do céu estrelado
Sou a mulher encantada com os pontos de luz
que iluminam a noite
e resplandescem em teus olhos
E Sou TU quando no silêncio
as nossas almas trocam de corpo
e te sinto em mim
Agora, mergulho e encontro-me
Sobrevoo a vida
Reconheço o caminho...
Tê-lo-ei escolhido? SIM!
E sorrio... relembro as passadas...
Tantos cálculos e números só me cegaram!
Agora confio e percorro de olhos vendados
aceitando a inevitabilidade do desconhecido
como único caminho real
e confiando nos sentidos da alma
Opto, escolho e caminho
Aprendendo, evoluindo, conhecendo
Aceito e aprendo a cada percalço
Vivo a vida do coração
E choro lágrimas humanas
Porém, no desassossego mortal
Encontro-me comigo mesma
E persisto em discussões entre o coração louco e a sábia alma
Que observa apenas o essencial...
Persisto vivendo as perturbações
no silêncio bárbaro dos que sofrem
Embalada no colo do ser que sou na escuridão
e confortada pela essência etérea que há em mim
Que me olha, directamente no centro...
E me segreda... Vai correr tudo bem!
Sossego...
Centrada em mim
mergulho em paz, na escuridão do ser...
Absoluto breu, porque os olhos nao são nada
Aqui, importa apenas o silêncio
E as vozes que ele me trás
Aqui, o som vibra
e fala uma língua inexistente
A língua dos sentidos...
Metafísica da comunhão comigo mesma
Agora... Não preciso de ninguém
Subitamente, necessito de estar comigo
Tenho saudades de mim mesma, no barulho das luzes
E nelas, o desafio é não me perder
Observo a vida de cima
Enquanto me inscrevo em mim
Ao invés de me esconder
Abro-me e sou una com o mundo
Com os mundos...
Será que tudo faz parte do grande tabuleiro?
Eu e os outros... peões!... ligados por um tempo qualquer
Percorrendo a mesma viagem
Em disfarçada comunhão...
E tu estranho?
Que vens fazer em mim?
Porque passas pelo meu mundo?
Em que épocas nos cruzámos e quem és para mim?
E eu... Porque te percorro e me enlaço no teu laço?
E páro, pra sentir!... Opto... Vejo... de cima!
Mergulhando no breu de mim mesma,
e disperto como nunca antes!..
Vivo esta vida de mortal... Com olhos de águia
e de Alma em punho!
Sentindo sem olhar...
Mas sofrendo o desengano
de humano coração
Sou una em mim
Aceito o que a vida me trás
Nua... E esbato-me no grande plano
Sou apenas o vazio...
Que liga estrelas e galáxias
E a relva em que nos deitávamos
olhando com os olhos,
o breu, vazio... do céu estrelado
Sou a mulher encantada com os pontos de luz
que iluminam a noite
e resplandescem em teus olhos
E Sou TU quando no silêncio
as nossas almas trocam de corpo
e te sinto em mim
Agora, mergulho e encontro-me
Sobrevoo a vida
Reconheço o caminho...
Tê-lo-ei escolhido? SIM!
E sorrio... relembro as passadas...
Tantos cálculos e números só me cegaram!
Agora confio e percorro de olhos vendados
aceitando a inevitabilidade do desconhecido
como único caminho real
e confiando nos sentidos da alma
Opto, escolho e caminho
Aprendendo, evoluindo, conhecendo
Aceito e aprendo a cada percalço
Vivo a vida do coração
E choro lágrimas humanas
Porém, no desassossego mortal
Encontro-me comigo mesma
E persisto em discussões entre o coração louco e a sábia alma
Que observa apenas o essencial...
Persisto vivendo as perturbações
no silêncio bárbaro dos que sofrem
Embalada no colo do ser que sou na escuridão
e confortada pela essência etérea que há em mim
Que me olha, directamente no centro...
E me segreda... Vai correr tudo bem!
Perco-me, pelas ruas... iluminadas
Seguindo um caminho já traçado,
do qual compreendo apenas as passadas...
aguardando o fim semeado
por esquinas e becos sem saída...
Percorro de olhos vendados,
mares de hipóteses incompletas...
Submissa à tua vontade,
e dona de uma vida que sem querer escolhi...
Como cheguei aqui?
Sinto, mas não vejo
As ideias sucedem-se na maresia...
A ilusão da razão... dos planos...
.jpg)
A consciência de um ser inventado...
A Teoria do Ser...
Desvanecem-se no empirismo do Viver!
Como cheguei aqui?
Se no mapa se destacavam outras estradas?
Quando a mente e a razão desenham o itinerário,
como pode ser... perdidas na mesma dimensão...
que a Alma me fuja de vista?
E se me apresente sem perdão,
uma realidade inesperada,
não calculada... não programada...
Ansiando apenas um final feliz...
Seguindo um caminho já traçado,
do qual compreendo apenas as passadas...
aguardando o fim semeado
por esquinas e becos sem saída...
Percorro de olhos vendados,
mares de hipóteses incompletas...
Submissa à tua vontade,
e dona de uma vida que sem querer escolhi...
Como cheguei aqui?
Sinto, mas não vejo
As ideias sucedem-se na maresia...
A ilusão da razão... dos planos...
.jpg)
A consciência de um ser inventado...
A Teoria do Ser...
Desvanecem-se no empirismo do Viver!
Como cheguei aqui?
Se no mapa se destacavam outras estradas?
Quando a mente e a razão desenham o itinerário,
como pode ser... perdidas na mesma dimensão...
que a Alma me fuja de vista?
E se me apresente sem perdão,
uma realidade inesperada,
não calculada... não programada...
Entusiasta na simplicidade do que é
Quase que frustrante.
Quando a mente destreinada, na percepção
a julga e a demite!...Ansiando apenas um final feliz...
Caixa de Pandora
Olho o dia de amanhã,
e procuro-me!
Encontro-me no Hoje, no Agora...
Para me perder de seguida...

Tudo o que está por cima, está por baixo...
O que está por debaixo de mim?
Adapto-me a tantos outros,
Transformo-me em tantos sorrisos,
Embarco em tantas tempestades...
E entrelaço-me com o outro,
Olhando a MORTE de FRENTE!
E, na escuridão e no silêncio...
Na pausa entre duas notas...
Entre o inspirar e o expirar...
A sós... Quem sou eu?
A mesma linha entrecruza-se
Distante... Enlaça e desenlaça
Por entre os cumes e os vales da vida
Essa linha, que cruzou tantos obstáculos
e se pavoneia por entre os caminhos da eternidade...
Onde está agora?
De onde se separa do barulho dos outros
e dos enebriantes raios de luz
Gostava de a olhar de frente!...
E quem sou eu, comigo mesma?
Sem espelho...
Quem sou eu?
Em retrospectiva vemo-nos em versões opostas,
de nós mesmos...
Irreiais...
E quem sou eu, esta que não vejo?
Quem veste a máscara de um corpo que é meu?
E no que não vejo...
Quem sou eu?
Sem o espelho dos teus olhos, que me enchia de luz,
Sem os olhos de minha mãe, que me tornavam indestrutível,
Sem os olhos de meu pai, em que nada quebrava a beleza do ser que era eu?...
Ou dos que me olham, qual muralha, de pedra e de cal...
Quem sou eu, na escuridão?
Felizes os cegos que se conhecem na ausência de luz...
Pois eu ceguei, e não sei de mim!...
Sem espelho...
Quem sou eu?
Em retrospectiva vemo-nos em versões opostas,
de nós mesmos...
Irreiais...
E quem sou eu, esta que não vejo?
Quem veste a máscara de um corpo que é meu?
E no que não vejo...
Quem sou eu?
Sem o espelho dos teus olhos, que me enchia de luz,
Sem os olhos de minha mãe, que me tornavam indestrutível,
Sem os olhos de meu pai, em que nada quebrava a beleza do ser que era eu?...
Ou dos que me olham, qual muralha, de pedra e de cal...
Quem sou eu, na escuridão?
Felizes os cegos que se conhecem na ausência de luz...
Pois eu ceguei, e não sei de mim!...
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