Seguindo um caminho já traçado,
do qual compreendo apenas as passadas...
aguardando o fim semeado
por esquinas e becos sem saída...
Percorro de olhos vendados,
mares de hipóteses incompletas...
Submissa à tua vontade,
e dona de uma vida que sem querer escolhi...
Como cheguei aqui?
Sinto, mas não vejo
As ideias sucedem-se na maresia...
A ilusão da razão... dos planos...
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A consciência de um ser inventado...
A Teoria do Ser...
Desvanecem-se no empirismo do Viver!
Como cheguei aqui?
Se no mapa se destacavam outras estradas?
Quando a mente e a razão desenham o itinerário,
como pode ser... perdidas na mesma dimensão...
que a Alma me fuja de vista?
E se me apresente sem perdão,
uma realidade inesperada,
não calculada... não programada...
Entusiasta na simplicidade do que é
Quase que frustrante.
Quando a mente destreinada, na percepção
a julga e a demite!...Ansiando apenas um final feliz...
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